segunda-feira, maio 30, 2011

Grafites de Jabson Rodrigues



Se você acha que caneta esferográfica é só pra escrever. Veja o que Jabson Rodrigues é capaz de fazer com ela.






Arte com discos de vinil



Os discos de vinil marcaram época em muitas vitrolas antes dos minusculos cd's. Nas mãos de um artista conhecido por Mr. Brainwash, os bolachões viraram retratos de cantores de diferentes épocas.




Mais informações consulte o site do artista: http://mrbrainwash.com/






Os mosaicos de Charis Tsevis

Quando falamos de mosaico na Arte, lembramos quase sempre de algo ligado à cultura bizantina, não é verdade? Mas, o design visual Charis Tsevis jogou esse conceito por terra. Inúmeras campanhas publicitárias criadas para grupos empresariais como Toyota, Bradesco, Sanyo Zio, serviram de portfólio para esse designer grego.




Se você quiser mais informações sobre esse artista, visite o site: http://www.tsevis.com/ ou seu blog: http://www.tsevis.posterous.com/

domingo, maio 22, 2011

Músico protesta contra violência sofrida pelos africanos albinos

Um vídeo que vale conferir é o do músico e cantor de Mali, Salif Keita conhecido como "A voz dourada da África". Sua repercussão internacional não se deve só a beleza de sua voz, mas às temáticas que suas letras trazem.

Em sua canção
La différence, por exemplo, Salif que é também albino, protesta contra as mortes sofridas pelos albinos na África. O fato das mortes ocorrerem, se deve a crença de que o albinismo na cultura Mandinka é um sinal de azar.

http://www.youtube.com/watch?v=sZ53rtam4QQ

Enciclopédia da Arte

Para quem quer pesquisar ou apenas matar a curiosidade sobre a Arte, sobre seus momentos históricos e seus artistas. Vai aí uma dica muito boa: http://www.artcyclopedia.com/


terça-feira, setembro 07, 2010

Grafismos Noturnos

Ao tratar de criação e processos criativos na educação, Ostrower (1987) comenta que os indivíduos não criam apenas porque querem, ou porque gostam e sim por precisarem criar formas ordenadas e coerentes. Então, criamos por sermos intrinsecamente ligados a necessidade de conhecer e produzir um mundo além de nós mesmos.

A artista plástica e professora de arte Flávia Pedrosa criou uma teia gráfica em frente ao Sesc de Petrolina. A intervenção chamou a atenção de alguns trausentes devido a grande extensão de elementos que incorporavam desenhos e palavras.


















































quinta-feira, outubro 29, 2009

Produção de Objetos Cenográficos na UNIVASF

Através da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da Univasf, pude participar com um Mini-curso de produção de objetos cenográficos no qual ministrei durante quatro dias noções de História da cenografia, modelagem e pintura de objetos.
O mini-curso não era dirigido somente aos alunos de Artes, mas a todos que participavam da Universidade.


Antes de começarmos a "meter a mão na massa", no primeiro dia percorremos pela história da cenografia desde o uso de máscaras no teatro grego até a cenografia do começo do século XX marcado pelo cinema.









Máscaras de expressão usadas no período do Teatro Clássico



No segundo dia já estavámos a modelar os objetos que poderiam compor uma mesa cenográfica, no caso escolhemos verduras, frutas ou pães e tortas a variedade era bem ampla o problema é que tínhamos pouco tempo para executá-los (duas horas por dia), resolvemos ser objetivos. Escolhidos os modelos, cada aluno começaria a tentar visualizar seu objetivo em 3D.





















Primeira fase: Dando forma aos blocos, os alunos em pleno vapor.










































Segunda fase: cobrindo as imperfeições das superfícies antes do nivelamento com lixas.


















Pãozinho antes da "maquiagem"...




















...depois, temos um verdadeiro e outro falso que irá compor a mesa cenográfica.










Terceira fase: seleção das cores para a pintura dos objetos.
















O desafio na pintura estava na falta de experiência com as cores, sobretudo porque alguns dos alunos não haviam se envolvido com a pintura. Eles tinham que aproximar as cores dos seus objetos cenográficos próximos a cromacidade dos legumes ou frutos verdadeiros. O que valeu foram as tentativas que se tornaram ferramentas importantes na construção da aprendizagem.

















Na primeira tentativa ainda há marcas do pincel e a cor ainda não é a ideal...

















Na segunda tentativa já temos uma cor e um brilho mais aproximado da verdadeira berinjela.




























































































































































































Concluído o mini-curso eu e os alunos sorrimos satisfeitos com os resultados.